domingo, 24 de outubro de 2010

De que serve dizer: "Amo-te" , se não se diz com sentimento?!
De que serve dizer: "Quero-te aqui..." , se depois dicutimos?!
De que serve dizer: "Só me apetece estar nos teus braços." , se depois o sentimento desaparece por completo?!

De que me serve a mim lutar, tentar, gritar, se depois tudo é negro... Mesmo que por momento apareçam uns raios de sol, a tempestade irá voltar, mesmo que me tente abrigar eu consigo ouvi-la na mesma. E isso faz-me sentir mal...
Para quê tantos momentos, tantos desejos, tantos sonhos, se depois tudo desvanece por completo, e sinto o sentimento oposto a tudo o que sentia antes...

Chegou o fim... Não dá...

Desistir não é para os fracos, é salvaguardar o que resta do meu coração.
The End.
             The End.
                     The End.
                                   The End.
                                 The End.
                The End.
             The End.
          The End.
The End.

sábado, 11 de setembro de 2010

Enganei-me, Sofri, Ignorei e (finalmente) Cansei!

sábado, 28 de agosto de 2010

Mesmo não querendo magoar-me magoas.me...
Mesmo não querendo magoar.te magoou-te...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Depois da discussão ao almoço, vem a paz, as tréguas. Como se nada tivesse acontecido fala para mim num tom calmo e sereno. Eu, automaticamente, penso: "Já passou".
A partir daí o dia corre sereno e vagaroso.
Ao jantar a mesma calma, parece preocupação na sua voz, pergunta se me dói a cabeça, fala para mim num tom melodioso e o seu olhar por momentos transmite amor.
Depois de jantar... Chega a casa mais uma vez a discussão começa, mais em que insiste em reclamar sozinha, na qual nada posso argumentar, continua e continua. Os gritos, o som grotesco que sai da garganta, o amor que antes pareceu estar no seu olhar desaparece e dá lugar ao ódio. A violência dos actos, do olhar, dos gritos metem medo a quem se aproxime, como tal aterrada vou para o quarto. Mais uma vez o coração aperta e pergunta porque nunca estou á espera, porque penso sempre que talvez já tenha passado, que talvez hoje não acontece, talvez os gritos não saiam para fora com toda a sua violência... Mas engano meu, já cometido infinitas vezes nos meus 18 anos de existência. Volta sempre, se não por alguma coisa inventa-se algo para que possam sair para fora. A rotina não pode ser quebrada.
Mais uma vez, penso nele, peço que me ligue. Ao que parece, assim que viu o pedido liga e ouço a sua voz transparece preocupação ao ouvir a minha voz rouca e sumida. Mais uma vez a pergunta: "Que se passa?" Á qual já respondi várias vezes um dolorido "não sei". Mas por vezes não sei mesmo, estou aqui sentada no meu canto, quando ouço a sua voz mais elevada e num acto automático penso: "que não seja comigo..." ou então "o que fiz (ou não) desta vez...?" Raramente entendo, uma vezes é porque falo, outras porque não falo, outras porque fiz e outras porque não fiz... Muitas vezes não entendo muito simplesmente peço para que passe e pare de gritar comigo... 
Tenho medo... e talvez é isso que me faz ficar assim: Medo!
Durante o telefonema, entre soluços, tento falar, Deitar todo o sofrimento e dor que aquilo me causa, "porque tenho de ser sempre eu, porque não ele?!"
Eu - "Sabes o queria mesmo? É estúpido, mas pronto."
A. - "O quê?!"
Eu - "Nada esquece. É estúpido!" ( Derrepente as lágrimas ganham velocidade e caem sobre a almofada já molhada)
A. - "Diz lá... O que é?"
(Eu disse o que era mas as lágrimas continuaram a insistir em cair, cada vez com mais velocidade, e a voz sumiu-se num soluço)
Eu - "Gostava que ele viesse aqui falar comigo. Estar do meu lado. Ele sabe que por vezes ela não tem razão..."
A. - "..."
Eu - "Se em 18 anos ninguém quis saber, não é agora que alguém vai querer, ou se vai preocupar..."

A partir daí não me recordo de mais, as lágrimas caiam, a dor irrompia do peito. Queria gritar, mas sabia que não podia, que poderia ser pior para mim se o fizesse, um manifesto sonoro da minha dor podia fazer com que a sua fúria aumentasse e a discussão durasse a noite inteira, como já algumas noites...
Eu chorei baba e ranho, gritei esperneei em silêncio, mas não passou.
Então aparece calma  falando como nada se tivesse passado, esquecendo-se mais uma vez que tenho sentimentos e talvez sinta algo com tudo o que aconteceu. Mas isso não importa, nunca importou, então abre a porta pergunta-me algo respondi e foi. Nada disse. Talvez seja melhor assim, ás vezes que julga que está na posse da razão e vê uma reacção da minha parte é pior...
Pode não me atingir fisicamente, mas verbalmente, por vezes, dói muito mais...
Parece que já passou, mais uma vezes. Mas olhando-me ao espelho e vendo uma lágrima escapar, recordo de todas as vezes em que me senti assim, em que ninguém por perto se preocupou sequer em perguntar "Como estás?" ou " É assim como ela diz?" (Muitas vezes não tem razão, faço tudo e mais alguma coisa para tentar ser o que ela quer que eu seja, mas parece nunca serei minimamente boa, para merecer um sorriso, ou um abraço)

sábado, 31 de julho de 2010

Eighteen.


I'm sick of this. It's enough....
This is not my place, here I can't be myself.
I hate this life here!




sábado, 17 de julho de 2010

I don't know, if I can resist.