domingo, 12 de dezembro de 2010

Penso em ti. Em todos os memoento que passaram, as juras de amor eternas, os sonhos, os desejos... E  falta-me o ar sinto-me fraca.
Quero contar-te uma coisa, nada de importantes mas acho que deverias saber...[ou pelo menos parece que tenho essa necessidade de te contar]
Á tarde, como não era esperado sai. O L. e a A.M. convenceram-me, o L. parece um tipo porreiro, um puto [como lhe chamo], mas porreiro. Fomos ao Palácio, para a estatua, sentia-me bem, olhar para eles era óptimo. Ver como ele a olha, a forma como a toca, o sorriso dele quando a ouve, a forma e falar... tão doce. Fez-me rocordar-te, como eramos no inicio de tudo, um conto de fadas. Fomos lanchar e entretanto chega a B. Bem o trio ficou completo, não tens noção que babuseiras que diziamos, e o L. ria...
Pensei em ti várias vezes, pensava que já estarias no trabalho, que não diseste nada. Mas não passaram de meros pensamentos, depressa passavam e os sorriso e gragalhas voltavam. Sentia.me bem, livre, sem preocupações, parecia que era eu, elas, e o meu novo amigo [espero que por muito tempo], tudo girava á nossa volta, à volta das parvoices e gargalhadas.
Já em casa, tentei não pensar e resultou, continuou tudo na boa [parece que o tique do L. está memso a pegar-se xD]. Aliás, eu tinha um dilema: Sair ou não sair, eis a questão. Resolvi sair, e fiquei denovo feliz, voltar a vê-los fez-me sentir de novo livre, segura e decidida. Recebi a sms, li e respondi. O assunto peou mesmo, falamos, ouvi conselhos, pensei e decidi. Melhor mesmo assim. Sentia um alivio tão grande, sem ter a preocupação de discutir, explicar, contar tudo... O mundo parecia que tinha ficado muito mais simples.
Eis que recebo uma sms: "Ta bem, então ficamos assim, é isso?". O meu coração apertou, a respiração faltou, a força faltou e as lágrimas apareceram. Controlei-me. Mas não respondi, a certeza pareci ter desaparecido,e a incerteza prevaleceu de novo. Será isto que quero? Sei que é o melhor, mas lá está: nós nem sempre queremos o que é certo para nós.
Agora em casa, sózinha na sala, sentada em frente do computador, as memórias insistem em aparecer na minha cabeça, as lágrima em reaparecerem [conseguindo até agora impedi-las de cairem. Yupiii] e a incerteza insiste: Voltar ou não voltar? Será que mereço de novo o sacrificio, quando todos me dizem que não? 
Um cocelho: Luta! [embora saiba que não o vais fazer, a esperança é a última a morrer]


-.-?

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