É então que a espada se espeta no meu peito de novo cheio de cicatrizes, e tu te ris, feliz por teres ganho mais uma vez.
És falso, é a realidade, não quero acreditar fechando os olhos e pensando que não o fizes-te por mal. És o que és não o posso mudar, mas eu não quero acreditar que tudo foi em vão, que tudo foi mentira.
Um jogo jogado em que dados e as cartas estavam sempre a teu favor, sendo assim ganhas-te, pela última e derradeira vez!
Não me interessa se morro por dentro, já suportei bem pior, já fiquei sozinha sem amigos, sem ninguém onde me apoiar, e agora não é assim por isso será mais fácil suportar a dor de não te ter... è o que eu mais desejo neste momento, apagar-te da memória, arrancar as páginas do livro onde está escrita a nossa história, que já deveria ter tido um fim...
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